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Loxosceles rufescens (Dufour, 1820)

ReinoAnimalia
FiloArthropoda
ClasseArachnida
OrdemAraneae
FamíliaSicariidae
GéneroLoxosceles
Nome ComumAranha-violino ou aranha-reclusa-mediterrânica
Coordenadores Científicos
Ricardo Silva
Pedro Cardoso
Colaboradores
Luís Crespo
Emídio Machado
© Pedro Cardoso© Jorge Almeida© Emídio Machado© Emídio Machado
© Pedro CardosoZoom
Ecologia de Loxosceles rufescens
Origem Introduzida na Madeira, Introduzida nos Açores, Nativa de Portugal Continental
Distribuição Cosmopolita
Habitat Dunas e areais, Grutas, Matagais, Montados, Prados, Zonas perturbadas, baldios ou ruderais, Zonas urbanas
Local Debaixo de pedras, de troncos velhos e frequente também dentro de casas antigas.
Situação Naturalizada na Madeira, Naturalizada nos Açores, Selvagem em Portugal Continental
Guilde Trófica Predador
Estatuto Naturdata - Relativamente comum em Portugal Contin
Protecção Não protegida
Morfologia de Loxosceles rufescens

Ainda não existem caracteres morfológicos associados à taxonomia de Loxosceles rufescens.
Informação adicional e observações sobre a espécie Loxosceles rufescens

APESAR DE NÃO HAVER CONFIRMAÇÃO INEQUÍVOCA, ESTA ESPÉCIE DEVE SER CONSIDERADA COMO ESPÉCIE PERIGOSA SENDO POSSÍVEL QUE SE ENQUADRE NA CATEGORIA B1 - ESPÉCIES COM VENENOS SUSCEPTÍVEIS DE CAUSAR DANOS SEVEROS E/OU PERMANENTES EM SERES HUMANOS. RECOMENDAMOS QUE SEJA EVITADO O SEU MANUSEAMENTO DIRECTO E SEM PROTECÇÃO.

Sinonímias:

  Loxosceles cittigrada, Loxosceles compactilis, Loxosceles distincta, Loxosceles erytrhocephala, Loxosceles indrabeles, Loxosceles marylandicus, Loxosceles ruescens, Omosita rufescens, Scytodes distincta, Scytodes erythrocephala, Scytodes pallida, Scytodes rufescens, Spermophora comoroensis
 
Comprimento: 7 a 10 mm de corpo

Descrição geral:
  Prossoma aplanado, com a carapaça amarelada, castanha ou ligeiramente avermelhadasendo a zona cefálica mais escura e apresentando uma estria torácica longitudinal também mais escura.
  O opistossoma varia de cinzento a amarelo pálido, oval mais comprido que largo.
  Patas compridas e relativamente delgadas, dentro das mesmas tonalidades da carapaça e do abdomen.

Veneno:
  Existe ainda grande desconhecimento sobre o efeito do veneno desta aranha em seres humanos. Existem várias espécies deste género por todo o mundo, capazes de provocar danos graves e permanentes num ser humano adulto através do seu veneno. Em Portugal, no entanto, não existe um único caso sequer de mordedura desta espécie, pelo que nada se pode afirmar sobre o seu efeito. Em Espanha e na Turquia, conhecem-se alguns possíveis casos sendo que apenas um foi confirmado pertencer a Loxosceles rufescens e causou apenas uma necrose localizada. Existem em Espanha casos atribuídos a provavel mordedura de aranha que encaixam bem no quadro de loxoscelismo. São casos graves que não foram no entanto, inequivocamente atribuídos a qualquer espécie. Com a presença de diversas outras espécies suspeitas de provocar efeitos semelhantes (algumas espécies de Agelenidae e Gnaphosidae), torna-se impossível afirmar que esta é uma espécie perigosa. Ainda assim, deve ser tratada como tal, pois alguns dos casos suspeitos são realmente muito graves.

Notas:

  Esta espécie deveria ser alvo de estudos mais minuciosos pois é possível que possa existir mais que uma espécie em Portugal. Não são aranhas particularmente abundantes e sendo haplogínicas, é fácil, especialmente usando referências e bibliografia antiga, não serem detectadas diferenças morfológicas significativas que levantem suspeitas.


A ficha da espécie Loxosceles rufescens foi actualizada pela última vez em Abril 2011.
Distribuição
100% Fiabilidade de Ocorrência 0%
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