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Legenda

Agelena labyrinthica (Clerck, 1757)

ReinoAnimalia
FiloArthropoda
ClasseArachnida
OrdemAraneae
FamíliaAgelenidae
GéneroAgelena
Nome ComumFunileira-labirintica
SinonimiasAgalena labyrinthica, Agelena tubicola, Aranea furcata, Aranea labyrinthica, Aranea liliigera, Aranea riparia, Aranea roselii, Araneus labyrinthicus, Dolomeda montana, Theridium maxillare
© Liliana Vinagre© Emídio Machado© Emídio Machado© Emídio Machado© Emídio Machado© Emídio Machado© Emídio Machado© Emídio Machado© Emídio Machado© Emídio Machado© Emídio Machado© Pedro Cardoso© Nuno Camejo© Nuno Camejo© Luís Guilherme Sousa© Luís Guilherme Sousa© Luís Guilherme Sousa© Luís Guilherme Sousa© Luís Guilherme Sousa© Luís Guilherme Sousa© Ricardo Ramos da silva© Jorge Almeida
Fêmea na teia
© Liliana VinagreZoom
Informação adicional e observações sobre a espécie Agelena labyrinthica
Fêmeas:   
http://naturdata.com/images/species/13000/Agelena-labyrinthica-13303-144187358439043-tb.jpg
Sem informação.   
    
Machos:   
http://naturdata.com/images/species/13000/Agelena-labyrinthica-13303-144106269179294-tb.jpg   
Sem informação.   
    
Ninfas:   
Sem informação.   
    
Alimentação:   
http://naturdata.com/images/species/13000/Agelena-labyrinthica-13303-144187358639043-tb.jpghttp://naturdata.com/images/species/13000/Agelena-labyrinthica-13303-144187358739043-tb.jpg
Preda maioritariamente insectos, em particular ortópteros.
Constrói uma grande toalha branca e densa com uma zona em tubo construída entre arbustos e aberta em ambas as extremidades. No total, a teia pode rondar os 50 cm.
Quando um insecto cai na zona da toalha, a aranha sai rapidamente do esconderijo tubular e ataca-o com as quelíceras arrastando-o para a entrada do tubo depois de dominado.
A teia possui também uns fios dispersos por cima da toalha que servem como alarme para se esconder e como armadilha a insectos voadores e saltadores.
    
Reprodução:   
O acasalamento ocorre na teia da fêmea.
Os machos procuram as fêmeas, e enviam sinais batendo na teia.
A cópula realiza-se, normalmente, à entrada do esconderijo e dura cerca de 90 minutos, durante os quais a fêmea se mantém imóvel. No final, é frequente a fêmea perseguir o macho e tentar capturá-lo mas podem também coabitar na mesma teia durante algumas semanas.
Para pôr os ovos, a fêmea constrói um grande ninho a mais de um metro do solo, em arbustos ou árvores. Este ninho é muito denso e possui uma estrutura interna em labirinto. Os ovos são postos aproximadamente um mês após a cópula numa ooteca de seda branca, suspensa dentro de uma câmara maior. É guardada pela fêmea até esta morrer. Quando as crias eclodem dispersam-se em busca de novos locais para construirem as suas próprias teias.
    
Habitat:   
http://naturdata.com/images/species/13000/Agelena-labyrinthica-13303-14418735838956-tb.jpghttp://naturdata.com/images/species/13000/Agelena-labyrinthica-13303-144187358839043-tb.jpg  
Sem informação.   
    
Ameaças e inimigos naturais:   
Sem informação.   

 


A ficha da espécie Agelena labyrinthica foi actualizada pela última vez em 2011-04-14.
Distribuição
Comentários
2012-06-01 20:49:05, Ricardo Silva
Dificilmente poderemos considerar esta como uma espécie agressiva uma vez que é até difícil conseguir tocar numa. Mal sentem a nossa aproximação à teia escondem-se.
2012-06-01 02:02:08, Filipe
Espécie algo agressiva, acho. Penso já ter visto isso em Montemor-o- Velho.
2011-10-04 13:10:08, Ricardo Silva
Ainda estamos em fase de testes e a definir as escalas de cores e o algoritmo final. Depois disso, iremos começar por inserir dados que temos já recolhidos e definir o processo para aceitar dados externos. Ainda irá demorar até aceitarmos as observações mas fica o registo aqui nos comentários. Os mapas ainda irão sofrer algumas alterações e serão implementados por fases. No futuro iremos agradecer as observações mas por enquanto ainda não são contabilizadas.
2011-10-04 12:07:28, Valter
Em relação ao mapa, podem colocar 100% Fiabilidade o concelho de Castro Marim, freguesia do Azinhal.
2011-01-25 11:19:39, Ricardo Silva
À primeira vista podem parecer semelhantes mas um olhar mais atento para qualquer uma destas aranhas e para um licosídeo, revela rapidamente as diferenças. A mais notória é sem dúvida, os olhos. Nestas aranhas são olhos pequenos mais ou menos do mesmo tamanho, pois não dependem da visão para caçar. Além disso estão distribuídos em duas linhas de 4. No caso dos licosídeos, os olhos anteriores são reduzidos, em linha frontal, os medianos posteriores são muito desenvolvidos e frontais e os laterais posteriores estão muito recuados e orientados para cima o que permite à aranha ter uma visão mais ampla e maior detalhe a curtas distâncias. Neste caso falam-se de três linhas de 4,2,2.
Outra diferença evidente são as fieiras. Reduzidas nos licosídeos, já que não fazem teias, apenas usam a seda como segurança ou na época de reprodução. Nestas, o par posterior é muito desenvolvido e articulado, são excelentes construtoras de teias e podem construir uma teia completa numa noite. Em termos de ecologia as diferenças são ainda maiores, desde a alimentação à reprodução nada nestas duas famílias é idêntico. Estas são as diferenças mais fáceis de observar sem recurso a nenhuma lupa ou microscópio, mas em último caso, a diferença principal é mesmo a nível de estruturas copulatórias e reprodutoras que indica claramente pertencerem a grupos distintos.
2011-01-23 05:57:06, Mascarenhas
Alguém me sabe explicar porque razão a família desta aranha (Agelenidae) e a família dos licosídeos não são uma e uma só? É que parecem-me extremamente similares as espécies de um e outro grupo. Quando olhei para algumas destas fotos da Agelena pensei logo foi na Aranha lobo. Obrigado.


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